segunda-feira, 2 de novembro de 2009

«Só os mortos não morrem»

Só eles a mim me restam, são tranquilos e leais
Os que a morte não pode matar mais com seus punhais.

Ao declinar da estrada, no final da vida
Em silêncio se acercam, em sossego seguem minha vida.

Verdadeiro pacto é o nosso, nó que o tempo não desmente.
Só aquilo que perdi é meu eternamente.


Rahel (Bluwstein)- 1890-1931.
Tradução de Nuno Guerreiro José
Retirado por mim do seu blog Rua da Judiaria

4 comentários:

WOLKENGEDANKEN disse...

Triste mas verdadeiro !

Beijinho ja voltei de Portugal de 30 a 0 graus !

Zoe disse...

viva wolk!
pois é , tivemos um calor fora de tempo!
como foi a estadia em portugal? estou desejosa de ver a reportagem no blog!
beijinho
zoe

Turmalina disse...

Os mortos nunca morrem :o)

Turmalina disse...

Ah...ela se chama Lilica, para os íntimos, Lili...rsss...
Bjosss