quarta-feira, 21 de outubro de 2009

À memória de Claude Racadot

Havia
na minha rua
uma árvore triste

Quebrou-a o vento

Ficou tombada
dias e dias
sem um lamento

(Assim fiquei quando partiste)

[Poema de Saúl Dias]

2 comentários:

Turmalina disse...

Lindo...lindo...
Algumas despedidas deixam-nos tão caladas, como que quebradas por dentro...como um cristal que se trinca, sem volta :o)

Zoe disse...

este pequeno poema é lindo, a despedida foi para sempre, sem volta, o claude partiu para o Além