domingo, 7 de fevereiro de 2010

Whatever Works

Assim que eu me lembre, não há filme do Woody Allen que eu não tenha gostado. Há uns que gosto muito, outros menos, prefiro o Woody Allen de registo cómico ao registo dramático de Match Point ou Crimes e Escapadelas, por exemplo. Tenho os meus preferidos: Annie Hall, Manhattan, Zelig, Ana e as suas irmãs, A rosa púrpura do Cairo, Os dias da radio, Poderosa Afrodite, Toda a gente diz que te amo, As faces de Harry, Hollyood Ending. 
Os portugueses woodyallianos encheram a pequena sala do Saldanha Residence e ele não nos desiludiu. Eu chorei a rir com os temas de sempre: o amor, a morte, os encontros, os desencontros, o destino, o acaso, Deus. Só preferiria o próprio ao actor que o substitui, que aliás não se saiu nada mal, atendendo a que fazer de Woody Allen é um papel dificílimo, pois está sempre a ser comparado com o próprio. Quando sair em video, vou comprá-lo, pois é daqueles filmes que apetece ver e rever e tornar a ver. E voilà, falou uma fã.   

4 comentários:

Anónimo disse...

Somos dois. Também ri à gargalhada, também me deu que pensar. Um Woody à (boa) moda antiga.

Pedro Correia

Zoe disse...

Boa noite Pedro
Eu não só ri à gargalhada como chorei a rir, e tudo com muito gosto!E, também fiquei a pensar em muitas coisas, por isso quero vê-lo e revê-lo.
cumprimentos
Zoe

Ricardo Calmon disse...

Olá Zoe,Alen,inesquecível,em non sense seu!
Post diferenciado,de bom gosto,pura arte cultural!

Viva La Vida!

Zoe disse...

olá Ricardo
Quando escreve tenho a impressão que me escreve alguém noutra dimensão, de outra dimensão. Se calhar está mesmo.
Beijinhos do outro lado do Atlântico