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sábado, 21 de novembro de 2009

ASSASSINA!

Um dia destes, moradores, transeuntes e passantes da Av. de Roma viram escrito na montra da loja da estilista Fátima Lopes, em letras garrafais, a tinta vermelha: ASSASSINA, escrita também no chão. A minha colega que lá passou por volta das 8h 15m ainda viu. Depois, lavaram tudo. Quando ela me contou, perguntei-lhe: E, saiu? Saiu. Porque era tinta de água, se fosse tinta de esmalte já não sairia tão facilmente, respondi-lhe eu.
Esta senhora é conhecida por utilizar peles naturais, por se gabar disso e depois com aquele sorriso idiota que a caracteriza dizer que é natural, é normal. Nada, nada, nada neste mundo justifica o uso de peles naturais, onde toda a gente sabe, e viu quem quis, filmes onde os animais são esfolados vivos para obtenção das peles. Não coloquei nenhum vídeo, porque é muito violento e  porque toda a gente já recebeu na sua caixa de correio estes vídeos. Toda a gente excepto a Fátima Lopes. Mas, não é a única. O João Rôlo também. Mesmo antes de saber que a citada burgessa usava peles naturais detestava os trapos que ela vende, acho-os pirosos, vulgares, sem gosto. João Rôlo, idem, sempre o achei um parolão.
Na mesma avenida, mais à frente, está situada a loja da Ana Salazar. Sóbria, original, de bom gosto, requintada. Não precisa de usar peles naturais nas suas colecções. Tal como Miguel Vieira, aliás conhecido pelo seu amor aos animais e pela defesa dos seus direitos.
Agora é politicamente correcto dizer numa discussão, num debate: não concordo, mas respeito a sua opinião, as suas ideias, blá, blá, blá. Pois eu, esta gentinha não respeito coisíssima nenhuma. Alguém consegue ter respeito por substâncias ou pessoas que provocam vómitos?