É uma história verdadeiramente grotesca esta dos assessores e presidente vigiados e espionados, como se num país de cuscas e cuscos que é o nosso, onde toda a gente sabe com quem anda toda a gente, quem dorme com quem, o que come ao pequeno-almoço, almoço e jantar, que número calça, que fez uma lipoaspiração, quem é o médico de família e que a cama range muito. Enfim, é ridículo pensar para que serviriam espiões em Belém. Para saber que documentos iria o PR vetar? Se recebe estagiárias na sala oval? Quem foi o empreiteiro que lhe tapou a marquise de onde veio dizer bye-bye ao povo, assim que soube que foi eleito presidente? Para saber se o PR vai declarar guerra à Espanha, coisa que as suas competências lhe permitem? Enfm, qual é a essência de um espião em Belém?
P.S. Continuo sem PC em casa, logo sem Internet, vivendo de outra maneira

